quinta-feira, 3 de abril de 2014

CAU BA - MISSÃO E VISÃO


MISSÃO: Promover em benefício da sociedade, a melhoria do exercício profissional da arquitetura e urbanismo, atuando com eficácia na orientação, disciplina, fiscalização e na disseminação do conhecimento.

VISÃO: Ser reconhecido como instituição referência no processo de dignificação e valorização do bom exercício profissional da arquitetura e urbanismo.

IAB CAU SINDICATO

Entenda agora o que cada um faz
IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil
O IAB é o mais antigo de todos, foi fundado em 1921 como uma entidade de livre associação de arquitetos e urbanistas. O Instituto se dedica a temas de interesse do arquiteto, da cultura arquitetônica e de suas relações com a sociedade.
Qualquer arquiteto em conformidade com o estatuto do instituto pode ser tornar um associado, são as contribuições pagas por esses associados que mantem o IAB.

CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo
O Conselho é o caçula dos três. Foi criado em dezembro de 2010 com a lei que regulamentou a profissão de arquiteto e urbanista. É pessoa jurídica de direito público, do tipo autarquia e faz parte da administração pública indireta. O CAU exerce o poder de polícia administrativa na fiscalização do exercício profissional em defesa da sociedade. É seu papel orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de Arquiteto e Urbanista, além de trabalhar pelo aperfeiçoamento profissional, em benefício da sociedade.
Para que possa exercer a profissão, todo arquiteto e urbanista é obrigado a se registrar no conselho, que é mantido por recursos de natureza tributária, do tipo contribuição social de interesse das categorias profissionais, anuidades, além das taxas.

Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas
Nasceu, em 1959, como Associação de Profissionais Arquitetos. Em 1972, tornou-se Sindicato e tem como função coordenar e defender os interesses dos arquitetos decorrentes das relações de trabalho. Ele atua participando de acordos e negociações coletivas de trabalho bem como homologações contratuais e defesa dos interesses dos trabalhadores arquitetos.
Qualquer profissional de arquitetura e urbanismo pode se associar, mas a sindicalização não é obrigatória.  O sindicato é mantido pela contribuição sindical dos empregados.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

CHAPA CONSOLIDAÇÃO E FORTALECIMENTO

PREZADOS COLEGAS 
ELEIÇÃO IAB PARA A GESTÃO 2014-2016.


Presidente: Solange Souza Araújo
Vice-Presidente: Neilton Dórea Rodrigues de Oliveira
Secretário Geral: Nivaldo Vieira de Andrade Junior
Secretário Adjunto: Ernesto Regino Xavier de Carvalho
Diretor Administrativo e Financeiro: Itamar José de Aguiar Batista
Diretor Administrativo e Financeiro Adjunto: Edson Fernandes D’Oliveira Santos Neto
Diretor de Comunicação e Divulgação: Antônio Brazão Rodrigues
Diretor de Patrimônio: Sílvia Pimenta d’Affonsêca
Diretor de Eventos e Integração Social: Márcia Silva dos Reis
Diretor Técnico e de Articulação Institucional: Luiz Carlos Botas Dourado
1º Suplente do Conselho Diretor: Marcos Cunha Corbacho
2º Suplente do Conselho Diretor: Lucas Leonardo Mucarzel Rosa
3º Suplente do Conselho Diretor: Isar Matiello
Coordenador de Núcleos: Hugo Seguchi
Conselheiro Superior do IAB –     Titular: Nivaldo Vieira de Andrade Júnior
                                                           Suplente: Daniel Juracy Mellado Paz
Conselheiro Superior do IAB –     Titular: Neilton Dórea Rodrigues de Oliveira
                                                           Suplente: Mariely Cabral de Sant’ana
Conselheiro Superior do IAB –     Titular: Luiz Antônio de Souza
                                                           Suplente: Armando Freire Branco
Conselheiro Superior do IAB –     Titular: Daniel Colina
                                                           Suplente: Carl Von Hauenschild
Conselheiro Superior do IAB –     Titular: Raul Nobre Martins Júnior
                                                           Suplente: Naia Alban Suarez
Conselho Fiscal – Titular: Maria Gleide Santos Barreto
Conselho Fiscal – Titular: Paulo Ormindo David de Azevedo
Conselho Fiscal – Titular: Ana Maria Fernandes  

Conselho Fiscal – Suplente: Joaquim Gonçalves 

domingo, 24 de novembro de 2013

PORQUE DEIXEI A ARQUITETURA

No artigo a seguir,  que foi publicado originalmente na Medium como "What Starbucks Gets that Architects Don't", Christine Outram, lamenta que os arquitetos de hoje simplesmente não dão ouvidos às necessidades reais das pessoas.
Caros arquitetos,
Vocês estão desatualizados. Sei disso porque já fui uma de vocês. Mas agora mudei. Evolui porque apesar do amor que vocês sentem por uma bela curva e suas experimentações com formas, vocês não entendem as pessoas.
Vou me corrigir. Vocês não escutam as pessoas.
Em termos legais, um arquiteto é aquele profissional da construção que tudo vê, tudo sabe. Vocês são os responsáveis por tudo que acontece de errado em um edifício, mas e se alguém simplesmente odiar os espaços que você projetou? Se alguém se sentir desconfortável, ou com frio, ou com medo? Bom, quanto a isso não existe nenhuma ação judicial.
Costumava pensar que era impossível para vocês responder à um público do mesmo modo que fazem as startups. Essas startups podem construir um produto, lançá-lo na internet e ajustá-lo com base no feedback que recebem. É um processo interativo. Arquitetura, pensava, era muito permanente para isso. Tinha muita coisa em jogo, apenas uma chance de se fazer corretamente, muitas variáveis e todo aquele blá blá blá.
Mas a verdade é que muitos de vocês nem tentam. Se baseam nas regras de ouro e livros consagrados, mas vocês raramente fazem pesquisas etnográficas aprofundadas. Podem sentar no terreno durante uma hora e observar as pessoas "utilizarem o espaço" mas vocês levantam e vão lá falar com elas? Descobrem suas motivações? Suas tentativas realmente incorporam as vontades dessas pessoas no processo de projeto?
O mundo está mudando. Vocês têm todas essas ferramentas em suas mãos. Novas ferramentas que não vejo sendo usadas e muitas técnicas antigas nas quais vocês poderiam melhorar bastante.
Essa ideia fez sentido pra mim quando li um artigo recente sobre os projetos das lojas Starbucks. Vocês podem odiar o Starbucks. Podem acreditar que eles são uma entidade comercial sem alma, sem nenhum mérito arquitetônico, mas sabem em que eles são bons? São bons em responder às necessidades das pessoas e seus desejos.
Do artigo:
Starbucks entrevistou centenas de consumidores de café, buscando saber o que eles queriam encontrar em uma cafeteria. O consenso da maioria esmagadora na verdade não tinha nada a ver com o café, os consumidores procuravam o que seria um lugar de descanso, um lugar de pertencimento.
Meus caros arquitetos. É por isso que a Starbucks possui mesas redondas em seus estabelecimentos. Elas foram pensadas "em um esforço de proteger a auto-estima de seus consumidores solitários". Não eram mesas redondas porque o arquiteto pensou que ficaram mais agradáveis assim, não eram redondas porque eram mais baratas, mas eram redondas porque, assim como conclui o artigo, "não existem lugares vazios em mesas redondas".
Starbucks
Starbucks entrevistou centenas de consumidores antes de determinar que mesas redondas seriam a melhor solução paras as pessoas. Cortesia de Medium.com
As mesas redondas no Starbucks foram o resultado de se perguntar como queremos que as pessoas se sintam antes de considerar o que queremos que elas façam.
A forma segue o sentimento.
Agora, eu não estou dizendo que todos os arquitetos são ignorantes neste sentido. Arquitetos residenciais muitas vezes têm sucesso quando se trata de construir espaços habitáveis. E aí tem Gehl Architects. Eles são famosos e respeitados por suas técnicas etnográficas - embora hoje em dia eles pareçam mais focados em master plans e renovações urbanas, e não acho que realmente façam arquitetura. Ou fazem? E mesmo assim, eu teria que assumir que esses arquitetos empregam métodos antigos de observação com exemplos limitados de escalas.
Aparentemente, vocês não abraçaram as oportunidades que a internet tem nos oferecido. Oportunidades como: pesquisa de um grande número de pessoas que usam ferramentas online ou simulação da probabilidade de um espaço comercial realmente ter tráfego de pedestres. Ninguém quer uma série de lojas vazias. Acaba tornando-se um bairro triste. Vocês poderiam utilizar e desenvolver ferramentas que auxiliem a entender se isso vai acontecer. Mas vocês não o fazem.
O mesmo acontece para o resto da profissão. Vamos combinar que a maioria dos edifícios comerciais, hospitais e delegacias de polícia estão abaixo do esperado de um edifício público. E mesmo quando são agradáveis ​​aos olhos, isso não significa que eles foram construídos para atender as necessidades humanas: se não acredita em mim, leia este artigo do New York Times sobre os edifícios de Santiago Calatrava.
Não é de se espantar que a arquitetura se transformou em uma vocação de nicho. Não se relaciona mais com as pessoas.
O problema é que arquitetos parecem seguir as últimas tendências descoladas da linguagem formal. Proponho um desafio: folheiem alguma revista de arquitetura hoje. Encontram alguma pessoa nas fotografias? Imaginei que não. Com certeza encontrarão muitas imagens que idolatram ângulos obtusos ou o encontro de dois materiais.
Posso estar errada. Talvez a profissão tenha crescido e amadurecido enquanto eu não estava olhando e começou a direcionar um olhar mais centrado nas pessoas que vão habitar seus edifícios. Mas o que realmente me deixa perplexa é que a maioria de vocês nunca realizam avaliações pós-ocupação! (Essa eu não consigo superar).
Então se eu estiver errada, me prove. Até que seja provado o contrário, permaneço desapontada.
Você é um estudante ou profissional formado em arquitetura que quer ajudar a entender se arquitetos realmente escutam as pessoas e quais ferramentas e técnicas utilizam para fazer isso? Responda à essa pesquisa. 
Christine Outram é uma estrategista de cidades inteligentes centrada nas pessoas, amante da música, e arquiteta responsável pelo projeto da Copenhagen Wheel. Começou sua carreira praticando arquitetura e desenho urbano na Austrália. Desde que mudou para os EUA, é pesquisadora membro do laboratório MIT’s SENSEable City Lab, fundou o grupo de reflexão City Innovation Group, e atualmente é coordenadora-chefe, ou Senior Inventionist' da Deutsch LA.
Cita:Outram, Christine . "Porque deixei a arquitetura" [Why I Left the Architecture Profession] 23 Nov 2013.ArchDaily. (Pedrotti, Gabriel Trans.) Accessed 24 Nov 2013. <http://www.archdaily.com.br/br/01-154559/porque-deixei-a-arquitetura>

PREMIAÇÃO IAB

Prezados colegas,

O IAB-BA está retomando, após 11 anos de interrupção, sua premiação de arquitetura e urbanismo. 

São seis categorias com inscrição aberta para trabalhos realizados entre 2003 e 2012 no Estado da Bahia e/ou por arquitetos e urbanistas residentes no Estado da Bahia: 

1) Arquitetura de Edificações;
2) Arquitetura de Interiores e Design;
3) Urbanismo e Paisagismo;
4) Restauração e Requalificação do Patrimônio Edificado;
5) Projeto Salvador;
6) Publicações.

A categoria "Projeto Salvador" está aberta também à participação de estudantes e premiará projetos, executados ou não, que proponham soluções criativas, corajosas e exequíveis para problemas urbanos de Salvador ou que apresentem propostas que qualifiquem significativamente áreas e espaços urbanos degradados de nossa capital. Inscrevam seus trabalhos!

Além das seis categorias citadas, será concedido o Prêmio "Arquiteto Diógenes Rebouças" a um profissional que, pela sua atuação em projetos, construções, gestão pública e/ou formação profissional, tenha contribuído significativamente para o desenvolvimento da arquitetura e do urbanismo na Bahia.

As comissões julgadoras de cada categoria serão formadas por três profissionais de reconhecida capacidade, sendo um baiano e dois "forasteiros", com exceção da categoria "Projeto Salvador", cuja comissão julgadora será formada por três arquitetos locais: um representando o IAB-BA, um representando a Prefeitura Municipal de Salvador e um representando o Governo do Estado da Bahia. Dentre os nomes já confirmados para compor a Comissão Julgadora, estão Carlos Eduardo Comas (RS), Flávio Carsalade (MG), Heliodório Sampaio (BA), Jô Vasconcelos (MG), Luiz Amorim (PE), Neilton Dorea (BA), Sônia Marques (PE/PB) e Tania Scofield (BA). 

O Regulamento da Premiação e a ficha de inscrição estão disponíveis para consulta e download no site do IAB-BA: www.iab-ba.org.br 

Solicito a colaboração de todos divulgando a premiação junto a arquitetos e urbanistas e a estudantes de arquitetura e urbanismo.

Atenciosamente,

Nivaldo Vieira de Andrade Junior
Presidente do IAB-BA

terça-feira, 24 de setembro de 2013

CAU faz vistoria de acessibilidade no HGE


Para lembrar o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, comemorado no dia 21 de setembro, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo da Bahia – CAU/BA, fez, na sexta-feira (20), uma vistoria de acessibilidade no Hospital Geral do Estado (HGE). A ação que tem como objetivo verificar as condições de empreendimentos de utilização pública, o acesso e as respectivas dependências e mobiliários, pretende alertar os gestores sobre as situações que, adaptadas, possam dar condições de alcance, segurança e autonomia para pessoas com deficiências ou com mobilidade reduzida.
A vistoria foi feita durante toda a manhã da sexta-feira, verificando desde o entorno do hospital, começando pelo ponto de ônibus da Avenida Vasco da Gama, vias de acesso e estacionamento, à parte interna da instituição. A equipe responsável pela vistoria, vai encaminhar relatório para a direção do HGE e para a Secretaria Estadual de Saúde, apontando as irregularidades observadas e recomendando as devidas adequações conforme a Legislação vigente.
Segundo dados do IBGE, a Bahia possui 1,2 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência e na Capital, a estimativa é de que 450 mil pessoas, quase 17% da população, possuem algum tipo de deficiência. O Hospital Geral do Estado foi escolhido pelo Conselho de Arquitetura para a primeira vistoria por ser um local de movimento intenso, onde a Acessibilidade se torna imprescindível. A emergência do HGE é de alta complexidade, com atendimento para toda a Região Metropolitana de Salvador e interior do Estado, chegando a receber, em média, 300 pacientes por dia.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

CAU BA PROMOVE ENCONTRO EM BARREIRAS



O Conselho de Arquitetura e Urbanismo da Bahia – CAU/BA, está promovendo encontros em várias cidades do interior do Estado. Barreiras será o próximo município a receber a equipe do CAU que já passou por Feira de Santana, Porto Seguro, Teixeira de Freitas e Ilhéus, somente este ano. O encontro tem formato de oficina e tem como meta promover a valorização profissional, destacando o “Empreendedorismo” como tema principal. Em Barreiras o evento acontece no dia 03 de outubro, das 08:30 às 17:30hs, no auditório do SEBRAE localizado na Avenida Benedito Silveira, 132.
Não é por acaso que o tema “Empreendedorismo” foi escolhido pelo Conselho. Segundo resultado do censo dos Arquitetos e Urbanistas do Brasil, divulgado recentemente, na Bahia, dos 2.582 profissionais que participaram da pesquisa, apenas 503 arquitetos e urbanistas trabalham como pessoa jurídica. Além disso, o CAU/BA deve lançar nos próximos meses o programa “Arquiteto Empreendedor”, como mais uma ferramenta da valorização profissional.
A programação segue a mesma linha para todas as cidades do interior e da capital do Estado, começando com a palestra “O Arquiteto Empreendedor – aspectos contábeis e legais”. Em seguida os profissionais podem esclarecer dúvidas com a explanação do CAU sobre o Exercício Profissional e o que muda para os arquitetos e a sociedade com a criação do Conselho específico para a categoria.
Outra palestra que fará parte da programação das Oficinas nas cidades do interior da Bahia com maior representação profissional e na capital do Estado, será sobre a “Natureza Jurídica do CAU”. Durante o evento o CAU esclarecerá dúvidas dos profissionais sobre as ferramentas e funcionalidades do SICCAU – Sistema de Informação e Comunicação do CAU.
Na condição de agente fomentador da valorização profissional, além das oficinas de interiorização, o CAU/BA, está implementando, igualmente, ações de sensibilização e de articulação com diversos órgãos públicos visando firmar compromisso de Cooperação Técnica com os municípios. Na oportunidade, os profissionais que participarem do evento, assim como a imprensa e autoridades, vão receber material de divulgação do resultado do Censo, o primeiro realizado no Brasil para identificar a realidade dos profissionais de arquitetura e urbanismo no país.

Conforme dados do censo, no Nordeste são 10.162 profissionais de arquitetura e urbanismo. Na Bahia participaram da pesquisa 2.582, sendo que a maioria está na capital do Estado. Na região de Barreiras são, aproximadamente, 100 arquitetos atuando no mercado.